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terça-feira, 30 de julho de 2013

Mulher Virtuosa




Mexendo no meu twitter...
Encontrei um link do #NMM falando para nós, mulheres, não ficarmos correndo atrás dos homens e nos valorizarmos!
Mas o que mais me chamou a atenção foi o vídeo do pastor Paul Washer. Resume bem o que nós mulheres (e homens) passamos. E fala das mulheres com delicadeza, diferente do modo como temos sido tratadas.
Espero que vocês gostem e  reflitam ok? (Raquel)



quarta-feira, 17 de julho de 2013

Amar Com Coragem

O post de hoje é um fragmento de um texto do Carpinejar.
Espero que vocês gostem e reflitam! (Raquel)

Amar Com Coragem


Uma mulher não perdoa uma única coisa no homem: que ele não ame com coragem. Pode ter os maiores defeitos, atrasar-se para os compromissos, jogar futebol no sábado com os amigos, soltar gargalhada de hiena, pentear-se com franjinha, ter pêlos nas costas e no pescoço, usar palito de dente, trocar os talheres de um momento para outro. Qualquer coisa é admitida, menos que não ame com coragem. Amar com coragem não é viver com coragem. É bem mais do que estar aí. Amar com coragem não é questão de estilo, de gosto, de opinião. Não se adquire com a família, surge de uma decisão solitária. Amar com coragem é caráter. Vem de uma obstinação que supera a lealdade. Vem de uma incompetência de ser diferente. Amar para valer, para dar torcicolo. Não encontrar uma desculpa ou um pretexto para se adaptar, para fugir, para não nadar até o começo do corpo. Não usar atenuantes como “estou confuso”. Não se diminuir com a insegurança, mas se aumentar com a insegurança. Não se retrair perante os pais. Não desmarcar um amor pela amizade. Não esquecer de comentar pelo receio de ser incompreendido. Não esquecer de repetir pela ânsia da claridade. Amar como se não houvesse tempo de amar. Amar esquisito, de lado, ainda amar. Amar atrasado, com a respiração antecipando o beijo. Amar com fúria, com o recalque de não ter sido assim antes. Amar decidido, obcecado, como quem troca de identidade e parte a um longo exílio. Amar como quem volta de um longo exílio. (…) Amar com coragem, só isso.

Fabrício Carpinejar

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Dia Dos Namorados


Dia Dos Namorados




Bem...
Tenho visto muita gente apaixonada e desesperada, no dia de hoje nas redes sociais.
Acho uma graça demonstrações de afeto espontâneas, mas em datas comemorativas as coisas ficam em evidência...
Os apaixonados se esbaldam e os solteiros ficam desesperados..
Vejo frases do tipo 'No Dia dos Namorados: vou comprar uma fronha pro meu travesseiro'.
Uma dica à você solteiro:
Para de ficar reclamando a solteirice! Se você não está com ninguém é porque a pessoa certa ainda não apareceu. Tudo tem o seu tempo.
E uma dica aos namorados e casados:
Conquiste seu amor todos os dias e não se prenda a datas específicas pra demonstrar afetos, somos cativados nas pequenas coisas.
À todos vocês um ótimo dia e que seja doce! ;D
(Raquel)

Deixo um vídeo pros solteiros. (Espero que vocês gostem!)



E aos apaixonados... 

























quinta-feira, 6 de junho de 2013

Ela Sempre Esteve Lá

Ando tão atarefada e tenho deixado vocês na mão né?
Achei esse textinho no 'Verdade Feminina' e quis compartilhar com vocês.
Espero que vocês gostem! ;D (Raquel)

Ela Sempre Esteve Lá



Ela está lá todo dia. É daquelas que se maquia bem, suas roupas são impecáveis e seu perfume é inesquecível – apesar de já terem dito que nunca a viram tão bonita quanto naquele sábado que ela passou o dia de pijama e com o cabelo preso. É inteligente, escreve como ninguém, trabalha, estuda, sai com as amigas e ainda arranja tempo para ir na manicure toda semana.
Ela adora gastronomia contemporânea e medieval mas não dispensa um miojo em noites preguiçosas. Diz as frases certas e sorri quando gostaria de gritar. Adora crianças e cachorros, quer casar, ter filhos e já pensou em como seria usar seu sobrenome. Mas não se preocupe, ela sabe melhor do que ninguém o tempo de cada coisa.

Ela é daquele tipinho, sabe? Que gosta de dançar, gosta de curtir, gosta de viver. Ela manda na sua própria vida mas deixa você escolher o cardápio do dia. Quando você diz que não gostou da roupa dela, ela lamenta e usa assim mesmo. Sua opinião, suas escolhas, seu jeito – não tente mudar. Sabe fazer lasanha, ponto-cruz e dengo. Alguns dias prefere música alta, outros prefere pizza e cobertor. Ela é uma surpresa, ela adora surpresas.

É o tipo que diz preferir dar presentes do que receber, mas seu coração sempre se derrete com aquele laço vermelho na sacola da sua loja predileta. Adora jóias mas dá um imenso valor pra aquela flor que você fez com o guardanapo do restaurante ou aquela rosa que você comprou do tiozinho enquanto ela ia ao banheiro. Todo mundo nota que ela é especial. Ele não nota, ele nunca notou.



Autor: @vfeminina


quarta-feira, 22 de maio de 2013

Namore Um Homem Que Lê

Um dos meus últimos posts tinha o título: Namore uma garota que lê.
Beem..
O post de hoje é uma resposta a esse post.
Espero que vocês gostem! ;D (Raquel)

Namore Um Homem Que Lê



Namore um homem que coleciona livros, em vez de um cara que estufa o peito orgulhoso do último tênis que comprou. Um homem que te apresente sua biblioteca pessoal – mesmo que ela tenha duas pilhas com cinco livros – e não um cara que lhe exiba um carro. Namore um homem que guarda uma lista com os próximos livros que gostaria de ler, em vez de um cara que está indeciso sobre qual iPhone comprar.
Encontre um homem que gosta de ler. Você irá reconhecê-lo facilmente. Ele terá a fala calma – não é que seja lerdo, mas ele sabe que é preciso escolher as palavras com cuidado. De antemão, esteja ciente: às vezes, ele falará tão alto que o casal do banco ao lado irá reparar em vocês; outras, você precisará colar em sua boca para compreendê-lo. Ele sabe que cada fala exige um tom. Não se assuste se ele ficar em silêncio de repente. Homens que leem sabem que há momentos em que é preciso calar. Aprenda a ouvir o que ele quer dizer com o silêncio.
O homem que lê é aquele que toda vez para diante de uma livraria, que sempre está com um livro aberto na mão enquanto espera um café. Repare que sua xícara virá cheia de um café bem preto, de onde sai uma fumaça fina, convidativa. Talvez ele seja tão absorvido pela história que, quando se lembrar do café, não haverá mais fumaça e o líquido já estará frio. Isso será o de menos. Se ainda estiver curiosa, chegue mais perto das páginas e repare o que está escrito. Seja discreta, afinal, se ele perceber sua aproximação, certamente não hesitará em puxar uma conversa.
Divida com ele uma segunda xícara de café bem preto. Não se acanhe se preferir um chá, se ele oferecer pagá-lo, se olhar fundo nos seus olhos, se começar a ler um parágrafo a você.
Diga o que realmente pensa sobre Kafka. Cutuque para ver se ele teve a paciência exigida pelos extensos russos, se passou das 50 primeiras páginas de Grandes Sertões, se leu Meu pé de laranja lima na infância. Fale de Clarice Lispector – ele provavelmente entenderá mais de você caso tenha se debruçado sobre ela. E, não, não deixe de perguntar se ele leu Marley e Eu. E se chorou no final. É assim que você descobrirá seus limites.
É fácil presentear um homem que lê. Dê-lhe livros em seu aniversário, no Natal, no dia de bodas de qualquer coisa. E nunca, nunca se esqueça de escrever dedicatórias nas primeiras páginas. Dedicar-lhe uma leitura é dividir com ele um pedaço de seu mundo. Ofereça-lhe sua experiência com cada livro, com cada música, com cada poesia. Ofereça-lhe o mundo de Virginia Woolf, a complexidade das personagens de García Márquez, as parábolas de Saramago. Ofereça-lhe seu melhor e faça-o perceber que, para você, as palavras também são amor.
Saiba que um homem que lê reconhece os limites entre a ficção e a realidade, mas que ele fará de tudo para transformar a história de vocês em um romance com tons ficcionais. Não tenha medo, nem se se vir metida em um romance policial. Ele vai lutar para estar ao seu lado no desfecho. E saberá que você irá sofrer em muitos momentos, porque compreende que a evolução se dá nos momentos difíceis, que a felicidade acontece após a provação, que histórias precisam de clímax. Se seu romance não der certo, ele entenderá, pois sabe que histórias chegam ao fim.
Se você encontrar um homem que goste de ler, é melhor mantê-lo por perto. Quando ele estiver varando a noite com um livro aberto no sofá da sala, sente-se ao seu lado e escute o que ele estiver lendo. Quando seus olhos se cansarem, faça um café preto bem forte e divida com ele seus sonhos. Não calar é o primeiro passo para não morrer. Quando você sair da cama e ele estiver com o livro no colo, dormindo, feche-o com cuidado. Esse livro carrega o que forma seu parceiro como homem.
Declare uma poesia a ele no palco de um karaokê. Ou em uma carta escrita à mão. Ou em um post-it colado na geladeira antes de ir para o escritório. Ou no espelho do banheiro com um batom. Declare a ele uma poesia em qualquer lugar.
Um dia, vocês vão juntar seus livros e formar uma biblioteca enorme, vão se lembrar de personagens da ficção quando passarem por uma dificuldade econômica, vão ter um cachorro com nome de escritor e um filho com o nome mais estranho da escola. Aliás, ele vai perder noites com seu filho lendo Peter Pan, vai te trocar por Emília e Pedrinho e só vai retornar à cama quando o menino já tiver pegado no sono. Mas mesmo tarde, ele voltará à cama todas as noites, carregando um novo universo para te apresentar.
Namore um homem que lê porque você merece. Merece alguém que possa fazer você viver para além do cotidiano do trabalho, da casa, da família. Merece um homem que te dê todos os mundos possíveis. E os impossíveis. Merece um homem que te dê as melhores reflexões, as mais bonitas histórias de amor, as amizades mais verdadeiras. Se quiser o infinito, namore um homem que lê.
Ou, melhor ainda, namore um homem que escreve.

*Baseado no texto Date a girl who reads, de Rosemarie Urquico

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Alguém Para Florir o Coração

Tem um site que eu gosto muito que se chama Verdade Feminina (vale a pena conferir).
E mexendo nele, encontrei o post de hoje.
O texto fala sobre clichês românticos, aqueles que todo mundo faz quando está apaixonado...
Gostei tanto das palavras da Larissa que faço das dela minhas palavras! Haha
Espero que gostem! ;D

Alguém Para Florir o Coração


Eu sempre soube que no dia em que um cara batesse à minha porta com flores escondidas às suas costas, ele não seria o primeiro no mundo a ser romântico. Sempre soube que flores, bombons, chocolates, ursinhos de pelúcia e declarações de amor estão entre os itens mais batidos e clichês da escola de relacionamentos. O grande trunfo de originalidade é ser sincero, e nunca – jamais – banalizar gestos demonstrativos de afeto. Porém, sempre achei lindo flagrar um marmanjo andando pelas ruas com um ramalhete em mãos. E a verdade é que fico tão encantada que nem me pergunto se a ação é espontânea – vou logo achando que carregar as rosas para lá e para cá já prova a sinceridade. E quando sou abençoada com um desses flagrantes, fico imaginando quem será a sortuda prestes a receber as flores, qual será sua reação, se há algum motivo especial para a entrega, e assim por diante… É que flagrar amor nesses tempos cinzentos dá cor à vida.
É certo que se um cara bater à porta de qualquer uma de nós, mulheres românticas, com uma dúzia de rosas em mãos, ele não terá sido o gênio a inventar tal ideia de gentileza. Aos olhos de outras mulheres mais avessas às tradições, ele será considerado até clichê. Mesmo assim, quem não quer um desses para si? Não importa se a mulher é loira, morena, ruiva, magra, cheinha, peituda, tagarela, feminista, conservadora, moderninha, descolada ou independente. O que importa é que o simples fato de alguém cruzar a cidade – ou mesmo só algumas ruas – munido de afeto, já derrete o coração. E tanto faz se esse afeto vem em forma de flores, bombons, chocolates, ursinhos ou cartas de amor. O que importa é que o afeto venha. Que o afeto bata à nossa porta sem precisar ser chamado, implorado ou (pior ainda) mendigado. O que importa não é a quantidade de flores, a originalidade do gesto, nem se são girassóis, rosas ou margaridas. O que importa é que não tem coisa melhor na vida do que ter alguém disposto a fazer florir o nosso coração.

Escrito por Larissa Lins no dia 27/03/2013

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Sinceridade É Ser Fiel Ao Que Você Sente...


Assim que li o textinho abaixo fiquei encantada. Encantada com o fato da autora conseguir explicar a sinceridade de uma maneira tão poética.
Espero que vocês gostem! ;D (Raquel)






Existem jeitos e jeitos de dizer as coisas. Não dá pra abrir a boca e despejar palavras. Elas precisam se alinhar, uma tem que segurar a mão da outra, fazer um carinho, prestar atenção, conversar. Elas precisam dançar e sair da boca com leveza. Dizer tudo que pensa de uma forma agressiva não é motivo de orgulho. Acho, inclusive, vergonha. Sinceridade não é grosseria, muito menos falta de educação. Sinceridade é ser fiel ao que você sente e passar isso para o outro da melhor e mais bonita forma possível. Caso a emoção seja violenta, sinceridade é ser fiel ao que você sente e passar isso para o outro sem a intenção de magoar ou ferir. Sinceridade não é dizer o que pensa, mas cantar o que sente. Simples assim.

(Clarissa Corrêa)