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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Namore Uma Garota Que Goste de Escrever

Na semana passada deixei aqui no blog o post sobre a garota que gosta de ler.
O post de hoje é sobre a garota que gosta de escrever.
Espero que vocês gostem! :D (Raquel)

Namore Uma Garota Que Goste de Escrever




Namore uma garota que goste de escrever. Uma garota que gosta de escrever te surpreenderá inúmeras vezes e antes de fazer isso ela planejará mentalmente várias vezes para que ela possa chegar o mais perto possível, não apenas da perfeição, mas de tornar cada surpresa especial e inesquecível. Uma garota que escreve em poucas palavras te levará para outro mundo, ela fará com que um dia frio e chuvoso se transforme em um dia inspirador e romântico com direito a aventuras se você souber deixá-la voar. 

   Uma garota que escreve nunca acorda horas mais cedo para se arrumar e ficar reclamando que não tem roupa, ela acorda no horário adequado, onde há tempo apenas para trocar-se tranquilamente e tomar café enquanto ela imagina como será o seu dia, e nos dias ruins como fazer deles dias melhores com direito a arco-íris no fim da tarde, ou recepcionar a lua no anoitecer, uma garota que escreve não se permite ficar na mesmice do dia-a-dia.



   Quando vocês tiverem um encontro no dia seguinte ela passará a noite imaginando o encontro, o que ela irá dizer quanto te ver, ou como você irá abraçá-la ao se despedir, vai imaginar cada assunto que será conversado, e jamais ela vai deixar o silêncio predominar, pois uma garota que escreve não deixa a conversa morrer, e o melhor de tudo é que ela vai imaginar de mil modos diferentes e ainda assim vai achar que o jeito que você fez tudo acontecer foi a melhor forma que poderia ter acontecido, pois a surpreendeu.




   Ela te mandará mensagens de madrugada, sem esperar que você acorde e a responda imediatamente no meio da noite, ela simplesmente terá uma inspiração no meio da madrugada e acordará para te escrever e fará tudo isso sorrindo, com o coração batendo forte por imaginar você acordando pela manhã, lendo com um sorriso a mensagem que dela recebeu, e ela será o motivo do seu sorriso, mas o dela só existirá tão autentico junto com o teu, portanto ela sempre fará de tudo para lhe ver sorrir, pois o seu sorriso ainda será a sua melhor inspiração.




   Uma garota que escreve não se contenta em te mandar e-mail, ela precisa da emoção que há da tinta no papel e te escreverá cartas e naquele dia frio onde você irá tirar a sua blusa para aquecê-la, depois de deixá-la em sua casa, tendo sua blusa de volta, você colocará a mão no bolso para se aquecer e encontrará uma carta, e ela em sua casa estará a imaginar a cara de surpreso que você irá fazer, outro dia te levará um pote com seu doce preferido com versos escritos na tampa e todo dia dormirá pensando em algo diferente que poderá fazer.




   Ela saberá respeitar o seu silêncio, pois ela também às vezes precisará dele, então ela sentará do seu lado como quem não quer nada, e ela não quer mesmo, ela apenas te fará companhia, pois o silêncio às vezes faz bem, mas a solidão não. 




   O melhor de tudo é que uma garota que escreve jamais te amará pela metade, uma escritora precisa da adrenalina do tudo ou nada, precisa dos sentimentos completos, de entrega verdadeira e a partir do momento em que conseguir conquistá-la ela precisará de você, pois você dará sentido a sua inspiração do contrário ela apenas escreveria palavras vazias em linhas mortas sem nenhuma emoção.


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Namore Uma Garota Que Lê

Mexendo no facebook encontrei esse texto que achei uma gracinha!
Às meninas que lerão o post, que possam ler mais e aos meninos que também lerão que possam valorizar uma garota que lê. Ok?
Espero que você gostem! #Reflitam (Raquel)

Namore Uma Garota Que Lê



Namore uma garota que gasta seu dinheiro em livros, em vez de roupas. Ela também tem problemas com o espaço do armário, mas é só porque tem livros demais. Namore uma garota que tem uma lista de livros que quer ler e que possui seu cartão de biblioteca desde os doze anos.




Encontre uma garota que lê. Você sabe que ela lê porque ela sempre vai ter um livro não lido na bolsa. Ela é aquela que olha amorosamente para as prateleiras da livraria, a única que surta (ainda que em silêncio) quando encontra o livro que quer. Você está vendo uma garota estranha cheirar as páginas de um livro antigo em um sebo? Essa é a leitora. Nunca resiste a cheirar as páginas, especialmente quando ficaram amarelas.



Ela é a garota que lê enquanto espera em um Café na rua. Se você espiar sua xícara, verá que a espuma do leite ainda flutua por sobre a bebida, porque ela está absorta. Perdida em um mundo criador pelo autor. Sente-se. Se quiser ela pode vê-lo de relance, porque a maior parte das garotas que leem não gostam de ser interrompidas. Pergunte se ela está gostando do livro.


Compre para ela outra xícara de café.
Diga o que realmente pensa sobre o Murakami. Descubra se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Entenda que, se ela diz que compreendeu o Ulisses de James Joyce, é só para parecer inteligente. Pergunte se ela gosta ou gostaria de ser a Alice.
É fácil namorar uma garota que lê. Ofereça livros no aniversário dela, no Natal e em comemorações de namoro. Ofereça o dom das palavras na poesia, na música. Ofereça Neruda, Sexton Pound, Cummings. Deixe que ela saiba que você entende que as palavras são amor. Entenda que ela sabe a diferença entre os livros e a realidade mas, juro por Deus, ela vai tentar fazer com que a vida se pareça um pouco como seu livro favorito. E se ela conseguir não será por sua causa.

É que ela tem que arriscar, de alguma forma.
Minta. Se ela compreender sintaxe, vai perceber a sua necessidade de mentir. Por trás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. E isto nunca será o fim do mundo.

Trate de desiludi-la. Porque uma garota que lê sabe que o fracasso leva sempre ao clímax. Essas garotas sabem que todas as coisas chegam ao fim. E que sempre se pode escrever uma continuação. E que você pode começar outra vez e de novo, e continuar a ser o herói. E que na vida é preciso haver um vilão ou dois.

Por que ter medo de tudo o que você não é? As garotas que leem sabem que as pessoas, tal como as personagens, evoluem. Exceto as da série Crepúsculo.

Se você encontrar uma garota que leia, é melhor mantê-la por perto. Quando encontrá-la acordada às duas da manhã, chorando e apertando um livro contra o peito, prepare uma xícara de chá e abrace-a. Você pode perdê-la por um par de horas, mas ela sempre vai voltar para você. E falará como se as personagens do livro fossem reais – até porque, durante algum tempo, são mesmo.
Você tem de se declarar a ela em um balão de ar quente. Ou durante um show de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente. Ou pelo Skype.

Você vai sorrir tanto que acabará por se perguntar por que é que o seu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Vocês escreverão a história das suas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos mais estranhos ainda. Ela vai apresentar os seus filhos ao Gato do Chapéu [Cat in the Hat] e a Aslam, talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos de suas velhices, e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto você sacode a neve das botas.

Namore uma garota que lê porque você merece. Merece uma garota que pode te dar a vida mais colorida que você puder imaginar. Se você só puder oferecer-lhe monotonia, horas requentadas e propostas meia-boca, então estará melhor sozinho. Mas se quiser o mundo, e outros mundos além, namore uma garota que lê.

Ou, melhor ainda, namore uma garota que escreve.

Texto original: Date a girl who reads – Rosemary Urquico
Tradução e adaptação – Gabriela Ventura

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Cultura e Sabedoria

No final de semana passado fui à Conservatória.
É uma cidadezinha aconchegante e com história. (Vale a pena ir lá)
E passando por uma das lojas vi um ateliê que me chamou a atenção, não só pela decoração, como também por belos quadros e poesia.
Comprei o livro do poeta da cidade. E uma das poesias que me chamou a atenção, vou compartilhar com vocês.
Espero que gostem! #Reflitam (Raquel)

Cultura e Sabedoria



Cultura
é ensinar ao menino a ler e a escrever palavras
Sabedoria 
é ensinar-lhe a vivenciar sentidos

Cultura 
é ensinar-lhe sobre as coisas da natureza
Sabedoria
é ensinar-lhe sobre a natureza das coisas

Cultura
é ensinar ao menino a ver as horas
Sabedoria 
é ensinar-lhe a aproveitar seu tempo

Cultura
é ensinar-lhe os atalhos do poder
Sabedoria
é ensinar-lhe os longos caminhos da liberdade

Cultura
é ensinar-lhe a trabalhar o corpo
Sabedoria
é ensinar-lhe a salvar a alma

(Moacyr Sacramento, o Moa)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O Quarto

O post de hoje é pra refletir e foi retirado do site #EEE.
Me emocionei conforme fui lendo.
Espero que vocês gostem!! (Raquel)

O Quarto





Quero deixar uma palavra que li em um dos meus livros preferidos, Eu disse adeus ao namoro, em que o autor, Joshua Harris, conta sobre um sonho que teve. É um pouco extenso, mas vale muito a pena ler até o final.
Esse trecho é o início do capítulo 7 do livro.
Normalmente eu não compartilho os meus sonhos, mas eu gostaria de falar sobre um que mexeu muito comigo.

Como cristãos, nós “sabemos” certas coisas como “Jesus me ama” e “Cristo morreu pelos pecadores”. Nós já ouvimos estas frases inúmeras vezes, mas a poeira da familiaridade pode ofuscar a glória destas verdades simples. Temos que tirar o pó e nos lembrar do poder que elas possuem, capaz de transformar vidas.

Um sonho que tive numa noite úmida ao visitar um pastor em Porto Rico me fez lembrar destas verdades. Ele resumia o que Jesus Cristo fez por mim e por você.

Eu o compartilho aqui pois precisamos de nos relembrar da graça de Deus, após um capítulo sobre a importância de lutar pela pureza. Para alguns, inclusive eu, uma discussão so­bre a pureza é um exercício de remorso – ela nos lembra da nossa impureza e das vezes em que falhamos.

Talvez você tenha estragado tudo. Talvez você reflita nas ações passadas e estremeça de remorso. A pureza parece ser uma causa perdida. Este sonho, chamado de “O Quarto”, é dedicado a você.

O quarto

Naquele estado entre estar acordado e estar sonhando, me encontrei em um quarto. Não havia nada que chamasse a atenção exceto por uma parede coberta de arquivos de gaveta com fichas. Eles eram como aqueles de biblioteca que listam os livros por autor ou assunto em ordem alfabética. Mas estes arquivos, que iam do chão ao teto e pareciam não ter fim em cada lado, tinham cabeçalhos muito diferentes. Ao me aproximar da parede de arquivos, o primeiro a me chamar a atenção foi um intitulado “Garotas de quem eu gostei”.

Eu o abri e comecei a passar o olho nas fichas. Rapidamente eu fechei a gaveta, chocado pelo fato de reconhecer os nomes que estavam escritos em cada ficha.
E então sem ninguém me contar, eu soube exatamente onde estava. Este quarto sem vida com os seus pequenos arquivos era um sistema de catalogação da minha vida. Aqui estavam anotadas as ações de cada momento meu, grande ou pequeno, com um detalhe que a minha memória não poderia igualar.

Fui tomado por uma sensação de admiração e curiosidade, acompanhada de horror, quando comecei a abrir arquivos aleatoriamente e explorar os seus conteúdos. Alguns me trouxeram alegria e agradáveis memórias; outros uma sensação de vergonha e arrependimento tão intensa que até olhava por cima do ombro para ver se havia alguém observando.

Um arquivo chamado “Amigos” estava ao lado de um marcado “Amigos a quem traí”. Os títulos variavam de mundano até os mais esquisitos. “Livros que eu li”, “Mentiras que contei”, “Conforto que ofereci”, “Piadas de que eu ri”.

Alguns eram até hilariantes na sua exatidão: “Coisas que gritei contra os meus irmãos.” De outros eu não pude rir: “Coisas que fiz movido pela raiva”, “Coisas que murmurei contra meus pais.”
Eu sempre ficava surpreso pelo conteúdo. Frequentemente havia muito mais fichas do que eu esperava. Algumas vezes havia menos do que eu desejava. Fui esmagado pelo volume completo de vida que havia vivido. Haveria a possibilidade de eu ter tido o tempo nos meus vinte anos de escrever cada uma destas milhares, possivelmente milhões, de fichas? Mas cada ficha confirmava esta verdade. Cada uma delas estava escrita com a minha própria caligrafia. Cada uma assinada com a minha assinatura.

Quando eu abri o arquivo chamado “Canções que ouvi”, eu me dei conta de que os arquivos cresciam em profundidade para caber o seu conteúdo. As fichas estavam guardadas bem apertadas, e ainda assim ao final de dois ou três metros, ainda não tinha chegado ao fundo da gaveta. Eu a fechei, envergonhado, nem tanto pela qualidade da música, mas pela enorme quantidade de tempo que eu sabia que aquele arquivo representava.
Quando cheguei a um arquivo chamado “Pensamentos Impuros”, senti um frio correr pelo corpo. Abri o arquivo apenas uns dois centímetros, sem querer testar o seu tamanho. Arrepiei com o conteúdo detalhado. Me senti mal só de pensar em que um momento como aquele tinha sido registrado.

De repente senti uma raiva quase animal. Um pensamento dominava a minha mente: “Ninguém jamais deverá ver estas fichas! Ninguém jamais deverá ver este quarto! Tenho que destruí-las!”
Com uma fúria insana puxei o arquivo para fora. O seu tamanho não importava agora. Eu tinha que esvaziá-lo e queimar as fichas. Mas ao pegar o arquivo numa ponta e batê-lo no chão, não consegui deslocar nenhuma ficha. Fiquei desesperado e tirei uma ficha, apenas para descobrir que ela era forte como o aço quando tentei rasgá-la. Derrotado e absolutamente desamparado, guardei o arquivo no seu lugar.

Apoiando a testa contra a parede, soltei um longo suspiro de autocomiseração. E então eu o vi. O título dizia: “Pessoas a quem compartilhei o evangelho.” O puxador estava mais brilhante que aqueles ao seu redor, mais novo, quase sem uso. Eu puxei a gaveta e saiu na minha mão uma pequena caixa de no máximo oito centímetros de comprimento. Eu podia contar as fichas em uma mão.

E então vieram as lágrimas. Comecei a chorar. Os soluços eram tão profundos que a dor começava no estômago e me sacudia todo. Caí de joelhos e chorei. Gritei sem constrangimento, por causa da esmagadora vergonha de tudo aquilo. As fileiras de gavetas dos arquivos giravam em meus olhos cheios de lágrimas. Ninguém jamais deveria saber deste quarto. Eu devia trancá-lo e esconder a chave.

Mas então, ao limpar as lágrimas, eu O vi. Não, por favor, Ele não. Não neste lugar. Qualquer um, menos Jesus.

Eu assistia, sem poder fazer nada, enquanto ele começava a abrir os arquivos e ler as fichas. Eu não aguentava ver a Sua reação. E nos momentos em que consegui olhar na sua face, eu vi uma tristeza mais profunda do que a minha. Parecia que Ele intuitivamente ia para as piores caixas. Por que Ele tinha que ler cada uma delas?

Finalmente Ele se virou e me olhou lá do outro lado do quarto. Ele olhou para mim cheio de compaixão nos olhos. Mas esta era uma compaixão que não me deixou irado. Abaixei a cabeça, cobri o meu rosto com as mãos e comecei a chorar de novo. Ele se aproximou e colocou o Seu braço em volta de mim. Ele poderia ter dito tantas coisas. Mas não disse uma palavra. Apenas chorou comigo.

Depois Ele se levantou e voltou para a parede de arquivos. Começando em uma ponta do quarto, ele tirou um arquivo e, de um em um, começou a assinar o Seu nome em cima do meu em cada cartão. “Nãaaaao” eu gritei, correndo em sua direção. Tudo que consegui dizer foi: “Não, não” enquanto tirava a ficha da sua mão. O nome Dele não deveria estar nestas fichas. Mas lá estava ele, escrito em vermelho tão rico, tão escuro, tão vivo. O nome de Jesus cobria o meu. Estava escrito com o Seu sangue.

Ele delicadamente pegou a ficha de volta. Ele sorriu um sorriso triste e continuou a assinar as fichas. Acho que jamais compreenderei como Ele o fez tão rapidamente, mas no próximo instante parecia que Ele fechava o último arquivo e voltava para o meu lado. Ele colocou a sua mão no meu ombro e disse:

“Está consumado!”

Me levantei, e Ele me guiou para fora do quarto.
Não havia tranca na porta. Ainda havia fichas a serem preenchidas.



Para pecadores como você e eu, existe uma boa notícia: Cristo pagou a nossa dívida. Ele cobriu o nosso pecado com o Seu sangue; Ele se esqueceu do passado. A pureza começa hoje. “Portanto, deixemos de lado as obras das trevas e revistamo-nos da armadura da luz.” (Rm 13:12) Reconhecidamente alguns terão mais para deixar de lado do que outros – mais memórias, mais sofrimentos, mais desgosto. Mas o passado não precisa determinar o futuro. Nós temos escolhas neste momen­to sobre como viveremos. Será que vamos colocar o nosso co­ração em Deus e andar em Seus caminhos? “Comportemo-nos com decência,” continua a passagem de Romanos, “…não em orgias e bebedeiras… Pelo contrário, revistam-se do Senhor Je­sus Cristo e não fiquem premeditando como satisfazer os desejos da carne.” (Rm 13:13-14)

Nenhum de nós pode se apresentar diante de Deus completamente puro. Todos somos pecadores. Mas independente de quão imundos sejam os trapos da nossa violação, em um momento de verdadeira entrega, o coração voltado para Deus perde a sua impureza. Deus nos veste na retidão de Cristo. Ele não vê mais os nossos pecados, Ele transfere a pureza de Jesus para nós. Então se veja como Deus o vê – vestido de branco radiante, puro, justificado.

Talvez você tenha um momento específico na memória que continua a atormentá-lo, algo que faz com que não se sinta merecedor do amor e perdão de Deus. Não permita que o passado seja vencedor. Esqueça-o. Não fique revivendo aquele momento ou outros como aquele. Se você se arrependeu de todos aqueles comportamentos, Deus prometeu que não mais se lembraria deles (Hb 8:12)

Siga em frente. Uma vida de pu­reza o aguarda.



Super recomendo a leitura desse livro! Eu disse adeus ao namoro, de Joshua Harris, da editora Atos.

Com amor
Pati Geiger


Escrito por Pati Geiger no dia 08 de janeiro de 2013

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Tuas Cartas

Tenho um tio que é poeta.
E como ele publicou um livro de poesias, quero compartilhar uma delas com vocês.
Espero que gostem! (: 

Tuas Cartas


São sempre revestidas de ternura
e refletem os mais puros sentimentos.
Falam de amor, enfim, de coisas belas,
são companheiras de todos os momentos...

Quando as recebo, quanta emoção!
Relembro tuas mãos, o teu olhar.
Quando as leio; quanta saudade!
Meus olhos não se cansam de chorar.

Tuas cartas são as mais sinceras,
pois falam de ti, dos teus anseios...
A menor frase ou a mais singela,
sustenta o fulgor dos teus enleios

São belas e puras tuas cartas meigas.
Harmoniosas como um brando arpejo.
Tuas palavras são as mais floridas,
e refletem a doçura do teu beijo...

Moysés Barbosa

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

E Que Venha 2013!

O post de hoje foi feito por mim.
É um post de despedida, afinal hoje é o último dia de 2012 né?
Espero que vocês gostem!

E que venha 2013!



Comecei o ano de 2012 chorando. Chorando? Como assim??
2011 foi um ano difícil e conturbado pra mim. No dia 1° de janeiro desse ano, percebi que se realmente quisesse mudanças, teria que fazer escolhas e naquele momento percebi que tinha, e resolvi, virar a página. E super valeu a pena ter começado um novo capítulo em minha vida.
Pude participar de trabalhos e projetos que antes nem passavam pela minha cabeça, assumi novas responsabilidades, fiz novas amizades e estreitei laços com as mais antigas.
Me senti querida e abraçada por várias pessoas, tanto as do meu cotidiano quanto dos irmãos em Cristo.
2012 foi o ano em que passei por uma pequena greve no meu último período da faculdade, mas consegui concluir. \o/
Me encantei por algumas pessoas e me decepcionei com outras... Por mais que tente não esperar demais das pessoas, no fundo sempre esperamos o melhor delas. Pude presenciar a união de pessoas queridas através dos votos que fizeram uns com os outros, e perceber que cheguei aos 20 anos diferente daquela dos 15.
Passar pela data 21/12/12 e comprovar mais uma vez a magnitude de Deus , pois quando Ele vier não anunciará a Sua vinda. Portanto, devemos estar preparados queridos!
Conheci lugares lindos, uns feitos por homens e outros pelas mãos do Criador; estes por sua vez são de tirar o fôlego!
Hoje é o último dia do ano. Não tenho que reclamar do ano que tive, só agradecer. Tive lutas e dificuldades sim, mas foram tão pequenas que nem merecem ser lembradas.
Comecei meu 2012 com lágrimas escorrendo pelo meu rosto e estou terminando esse mesmo ano com um sorriso grande e largo por ter sido uma ótima fase em minha vida.
Obrigada pelo apoio e carinho de todos os que fizeram meu 2012 mais bonito e colorido.
E que venha 2013!!

Raquel Lobo

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Por Que As Pessoas Gritam Quando Brigam?


O post de hoje é reflexivo.
Espero que vocês gostem.  (Raquel)

Por Que As Pessoas Gritam Quando Brigam?



Um dia, um mestre indiano, preocupado com o comportamento dos seus discípulos, que viviam aos berros uns com os outros, fez a seguinte pergunta:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas ou quando não se entendem?

- Gritamos porque perdemos a calma – disse um deles.

- Mas por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? – questionou novamente o pensador.

- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça – retrucou outro discípulo.

O mestre volta a perguntar:
- Não é possível falar com a outra pessoa em voz baixa?

Os alunos deram várias respostas, mas nenhuma delas convenceu o velho pensador, que esclareceu:
- O fato é que quando duas pessoas gritam é porque, quando estão aborrecidas, seus corações estão muito afastados. E, para cobrir esta distância, precisam gritar para que possam escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão de gritar, para que possam ouvir umas às outras, por causa da grande distância.

E continuou o sábio:
- Por outro lado, quando duas pessoas estão enamoradas, não gritam; falam suavemente. Por quê? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. As vezes, seus corações estão tão próximos que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, o que basta. Seus corações se entendem. E justamente isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Por fim, o pensador conclui, dizendo:
- Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará o dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.
Nelson Junior